Haverá Previdência no futuro?


Este talvez seja o principal debate que se deve fazer quando se pensa em uma reforma da Previdência. Que situação viverão os trabalhadores, os idosos e os mais carentes no futuro?

A parcela da população brasileira com mais de 65 anos deve passar, segundo o IBGE, dos atuais 9,2% para 25,5% em 2060.

Como a Previdência social está intrinsecamente ligada ao mundo do trabalho, não é um sistema autônomo, se não houver um equilíbrio a tendência é o sistema falir. Por isso, durante os anos de 2004 e 2014, quando o Brasil alcançou o praticamente estado de pleno emprego – cerca de somente 6% de desempregados – e com carteira assinada, a Previdência pública se fortaleceu.

Quanto mais trabalhadores sem emprego formal, ou com empregos precários, mais enfraquecida será a Previdência e todo o sistema de seguridade social. Isso abrange inclusive o pagamento dos auxílios doença e acidente de trabalho, licença-maternidade, e os benefícios de prestação continuada (BPC) para idosos carentes ou pessoas com deficiência.

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