Mídia tradicional esconde mobilização dos trabalhadores contra ‘reforma’ da Previdência

Jornalista Altamiro Borges vê atuação dos veículos hegemônicos como reforço de apoio à retirada de direitos da classe trabalhadora em prol dos bancos

Por Redação RBA

São Paulo – Apesar dos atos ocorridos na sexta-feira (22), em ao menos 78 cidades brasileiras, contra a “reforma” da Previdência, a mobilização pouco destaque ganhou na cobertura dos veículos de comunicação hegemônica, uma tentativa, na avaliação do jornalista e coordenador do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges, de esconder a luta dos trabalhadores.

“A mídia tradicional, monopolista, não nega o seu caráter de classe, ela não vacila. Ela defende a ‘deforma’, a ‘contrarreforma’ da Previdência, já que ela é vinculada aos banqueiros e quem mais vai ganhar com a ‘deforma’ da Previdência são os banqueiros”, afirma Borges em entrevista ao jornalista Rafael Garcia, da Rádio Brasil Atual.

De acordo com Borges, a estratégia corresponde à posição dos grandes veículos que apoiam a retirada de direitos dos trabalhadores prevista na proposta do governo de Jair Bolsonaro. “A mídia é favorável e por isso sabotou os atos que, no meu entender, superaram as expectativas”, destaca, ressaltando, no entanto, que a mobilização precisa ser manter crescente para frear a “reforma” da Previdência.

Ouça a reportagem:

Share on facebook
Facebook
Share on google
Google+
Share on twitter
Twitter
Share on telegram
Telegram
Share on whatsapp
WhatsApp

Outros Conteúdos